Pilhas e baterias usadas devem ser descartadas em pontos de coleta específicos. Lojas de operadoras de telefonia móvel, universidades e até algumas agências bancárias recolhem esses materiais. Use uma ferramenta de busca e pesquise na internet por “coleta de pilhas e baterias usadas” para localizar pontos na sua cidade para onde esse e-lixo pode ser levado. Em alguns casos, pilhas e baterias devem ser devolvidas ao fabricante ou ao importador – as que são feitas de chumbo ácido, níquel cádmio e óxido de mercúrio.
Computadores fora de uso devem ser doados. Destine o esquipamento antigo para quem possa utilizá-lo ou para instituições sociais que trabalhem com inclusão digital. O que se tornou inútil para você pode fazer diferença para milhões de pessoas, em projetos específicos com o Fábrica da Cidadania da Rede CDI, que prevê a formação em cursos de hardware e montagem de computadores, além de projetos de metareciclagem - produção de artesanato, robótica, geração de renda, grafitagem, produção cultural – leia a história em quadrinhos “Hasta la vista”.
Mobilize
Ajude a divulgar os benefícios do consumo equilibrado e do descarte apropriado dos eletrônicos para a qualidade de vida e do meio ambiente. Afinal, o que você retira de sua casa ou do seu escritório e joga fora não desaparece, apenas muda de lugar prejudicando a todos num efeito cascata.
Economize
Sempre que se ausentar de casa ou não for usar o computador, mantenha-o desligado. E reduza a impressão sempre que puder, evitando gastar tinta e papel.
O Brasil é o país que mais produz lixo eletrônico por habitante – a média é de 500g de e-lixo por pessoa por ano, segundo a ONU. As Nações Unidas estimam que são geradas 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano – é o equivalente a uma fila de caminhões caçamba dando meia volta no planeta.
A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo desenvolveu o e-lixo , um website que mapeia locais